VÍRUS QUE MINERAM CRIPTOMOEDAS SE ESPALHAM POR PEN DRIVES E ESTÃO MAIS COMUNS, ALERTAM EMPRESAS

Share on facebook
Share on google
Share on twitter
Share on linkedin

As fabricantes de antivírus Kaspersky Lab e McAfee divulgaram números apontando para um aumento no número de vírus que mineram as chamadas “criptomoedas”. De acordo com um relatório da McAfee, o número de pragas digitais que minera criptomoedas cresceu 86% no segundo trimestre de 2018, com 2,5 milhões de amostras a mais. Já a fabricante Kaspersky Lab alerta que dispositivos de armazenamento USB também estão sendo usados para espalhar essas pragas, onde elas já representam 1/10 dos ataques.

Até o primeiro semestre de 2018, a McAfee havia encontrado um total de 2,9 milhões de amostras (arquivos diferentes, ainda que com código semelhante) com capacidade de mineração de criptomoedas. No segundo trimestre, foram encontradas mais 2,5 milhões, totalizando 5,4 milhões de amostras. Embora os vírus de resgate ainda sejam a principal ameaça, alguns deles já foram “reciclados” para incluir componentes de mineração.

No caso de dispositivos USB, a Kaspersky Lab explica que o risco é maior em mercados emergentes, onde pen drives são mais usados em ambientes comerciais. Isso significa que os casos são mais comuns na Ásia, na África e na América do Sul. Isso também explica por que os vírus em dispositivos USB costumam ser mais antigos: o minerador mais comum é conhecido desde 2014, e a detecção mais comum entre todos os vírus que se espalham por pen drives é a “LNK”, uma falha no processamento de atalhos do Windows conhecida desde 2010.

Os vírus de mineração de criptomoeda são pragas digitais que se atuam de forma silenciosa após se instalarem no computador. Elas podem ou não roubar informações armazenadas na máquina, mas a principal atividade delas é utilizar a capacidade de processamento do computador para realizar os cálculos envolvidos na mineração de criptomoedas para que os hackers embolsem o “prêmio” por resolverem os chamados “blocos” que agrupam as transações de criptomoedas.

A Interactiva Networks do Brasil indica os antivírus SOPHOS Endpoint e Kaspersky para controlar este tipo de vírus.

|

|

Fonte: G1 Tecnologia

Deixa aqui o seu comentário

Últimas notícias e dicas